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domingo, 29 de março de 2009

Ratos têm capacidade de pensamento abstrato, diz estudo

Ratos também têm a capacidade de aprender novas regras e aplicá-las em diferentes situações, uma habilidade considerada, até então, uma prerrogativa da mente humana, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27/03/2008).

E esses animais podem ir além: em artigo publicado em jornal científico britânico, pesquisadores da Universidade College London e a Universidade de Oxford afirmaram que os ratos também possuem a capacidade do pensamento abstrato.

Os cientistas fizeram três testes expondo os roedores a provas visuais, auditivas e combinaram os experimentos com comida - oferecida no final como recompensa.

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"Baseados nas seqüências, eles sabiam quando receberiam a comida", disse Robin Murphy, professor de psicologia da Universidade College London e um dos autores da pesquisa. "As experiências mostram como os ratos conseguem abstrair informações complexas", diz.


Pela Conscienciologia todos os seres vivos são consciências em evolução. Do vírus ao serenão (homo sapiens serenissimus) passando pelos animais subumanos as consciências acumulam expereriências e vivências que promovem o amadurecimento do mentalsoma ou corpo do discernimento. Este artigo evidencia atributos mentaissomáticos já presentes na consciência no nível subumano do rato.

A Conscienciologia, ao contrário de seitas e doutrinas místicas, não considera racional a hipótese da metempsicose ou possibilidade da consciência no nível humano ressomar em vegetais ou animais subumanos nas próximas vidas, caracterizando uma regressão experimental.

Pela Transmigraciologia, estudo da transmigração da consciência para diferentes mundos físicos no universo, existe a possibilidade de uma consciência evoluída ao ser transmigrada chegar num planeta onde os somas vivos ou equivalentes possuem limitações físicas ou serem relativamente mais atrasados que os somas ou corpos no local de origem. Isso pode gerar paradoxos da inteligência.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Amor "desativa" capacidade de criticar a pessoa amada

Investigações sobre o funcionamento do cérebro humano revelam que pessoas apaixonadas ou com forte amor filial ativam determinadas áreas cerebrais e simultaneamente desativam zonas relacionadas ao julgamento social e avaliação heterocrítica. Artigo da Folha Online Ciência apresenta mais dados.

Essa noção de que o amor romântico ou filial torna as pessoas cegas aos defeitos dos entes amados é antiga. Existe um processo de predomínio da manifestação psicossomática com redução do discernimento mentalsomático. Como o cérebro manifesta o resultado dessa dinâmica holossomática? Temos ativação de diferentes áreas cerebrais em conseqüência da priorização do psicossoma ou mentalsoma. A conexão mentalsoma-energossoma é a chave para melhorar o discernimento. Qual o papel dos carregamentos pensênicos? Quem é o objeto do amor cego seduz e manipula as energias para reduzir a lucidez e discernimento a seu favor? Esta é outra hipótese.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Experimento consegue "prever" decisão cerebral

Foi apresentado na Folha Online Ciência uma referência ao experimento publicado na Nature Neuroscience no qual pesquisadores do Instituto Max Planck para Cognição Humana e Ciências Cerebrais, de Leipzig (Alemanha) alegam prever a decisão de voluntários através de monitorização com ressonância magnética dos cérebros. Dez segundos antes de expressar a decisão sobre qual botão irá apertar já existem evidências cerebrais dessa escolha, ou seja, o livre arbítrio pode ser uma ilusão, e no fundo existem mecanismos inconscientes tomando a decisão. A sensação de liberdade de escolha seria apenas um recurso fantasioso para dar equilíbrio à vida mental.

Esses achados são controversos, mas fazem pensar nas sutilezas da vida mental e pensênica. Qual a relação do processamento holossomático das decisões e esse atraso na manifestação das decisões? Onde as decisões são tomadas? No mentalsoma, no paracérebro, no cérebro, nos pensenes? Esses aparelhos poderiam monitorar manobras energéticas e parapsíquicas? Pelo visto, a Conscienciologia tem mais perguntas que respostas na análise deste relato científico.